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A JUSTA MOÇÃO DE SOLIDARIEDADE E DE DESAGRAVO AO JUIZ ANDRÉ STROGENSKI E AO SR. VIVALDO AFONSO REGO

A JUSTA MOÇÃO DE SOLIDARIEDADE E DE DESAGRAVO AO JUIZ ANDRÉ STROGENSKI E AO SR. VIVALDO AFONSO REGO

Noticias 11 de dezembro de 2025

 

 

No Brasil, elogiar autoridade costuma levantar suspeitas de pedido de carguinho. Pois bem: ao menos aqui no Contraponto  não tem carguinho, não tem contrato e muito menos bajulação. Quem me conhece sabe que, se dependesse de mim, metade das autoridades já teria pedido demissão por vergonha, sobretudo a nossa Câmara de Vereadores e que tem conseguido a proeza de piorar a cada dia que passa. 

 

Mas hoje abro uma honrosa exceção — rara e absolutamente necessária.

 

Falo do juiz André Strogenski, há mais de 23 anos servindo Porto Seguro e Cabrália, e do ex-oficial do Registro de Imóveis, Sr. Vivaldo Afonso Rego, que dedicou mais de 60 anos impecáveis à Serventia local, até ser misteriosamente afastado e perder a titularidade para um interventor nomeado pelo TJBA — cujo principal feito foi piorar o serviço do CRI em escala industrial.

 

JUSTIÇA A QUEM MERECE JUSTIÇA 

 

Por inicitiva do vereador Enildo da Gama, o Roló, ambos receberam, por unanimidade, Moção de Solidariedade e Desagravo na Câmara de Vereadores na manhã desta quinta-feira, 11. E não foi por mera simpatia: foi por justiça.

 

E não era para menos. Isso porque a  tal correição da CGJ, aquela operação folclórica que misturou gente séria com juízes agiotas e contas milionárias, colocou Strogenski e Vivaldo no mesmo balaio de suspeitas sem apresentar uma única prova de dolo, vantagem ilícita ou desvio moral. Nada. Zero. Nenhum real recebido por supostas praticas criminosas. Só ruído. Pura cortina de fumaça. 

 

Resultado?
A Vara Criminal piorou.
O Cartório despencou. 

A Justiça simplesmente quase que parou. 

Advogados e cidadãos são humilhados diariamente no Cartório com notas devolutivas e pedidos absurdos, infundados e contrários ao ordenamento jurídico. 

E o jurisdicionado que  busca o seu direito não recebe por parte do Estado o respeito e a dignidade que merece. 

 


E, como sempre, quando a máquina pública trava, só melhora para quem vive da confusão.

 

Ironia das ironias: Strogenski é justamente o juiz premiado pelo TJBA e pelo CNJ por produtividade — ouro em 2022, prata em 2023 — desempenho que caiu drasticamente depois da “moralização” que o afastou.

 

E sobre seu  Vivaldo… basta perguntar a qualquer morador ou advogado sério: Porto Seguro nunca precisou tanto da seriedade que ele entregou por seis décadas.

Por isso, as duas Moções e os dois desagravos  não são mero papel ou exercício de puxa-saquismo barato,  como aconteceu no momento  da entrega de títulos de cidadão porto-segurenses: é um recado claro de que reputação ainda vale mais que rumores burocráticos.

 

Num tempo em que aparecem juízes milionários e cartórios que viram minas de ouro, punir justamente quem sempre agiu com honestidade só pode ser fruto da nossa já conhecida “vã sabedoria”.

 

Ou, como diria o poeta, talvez exista muito mais atrás das cortinas do que querem que você acredite.

LUCIANO ALVES: O GUERREIRO QUE SEGURA A CIDADE ENQUANTO O RESTO TENTA APARECER NA FOTO

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Noticias 24 de novembro de 2025

 aaluciano

 

Não sou exatamente conhecido por suavizar as palavras — e não vai ser hoje que vou começar a me autocensurar para agradar o marketing de campanha de político com cara de paisagem.

 

Porto Seguro, minha gente, virou uma vitrine de maquiagem pública: obra com tapume, promessa com drone, selfie com asfalto ainda quente. Tudo isso bancado, claro, com empréstimos que dariam para comprar uma cidade inteira no interior da Alemanha — e pagar em euro.

 

PROEZA HOMÉRICA 

 

A administração de Jânio Natal conseguiu a proeza de transformar um orçamento bilionário em 7 ou 8 praças reluzentes que parecem feitas mais para render foto de Instagram do que para servir ao povo. E tudo isso com um exército de mais de mil assessores — todos estrategicamente treinados para não entregar absolutamente nada além de suspiros bajulatórios e rasgação de seda em redes sociais. Um verdadeiro milagre da multiplicação da improdutividade.

 

SECRETÁRIO FORA DA CURVA 

 

Mas justiça seja feita — e quando a verdade brilha, até o sarcasmo se rende. Se Porto Seguro ainda  tem algum sinal de respiro, algum rastro de dignidade administrativa visível a olho nu, isso atende por um nome: Luciano Alves.

O secretário de Serviços Públicos é, sem exagero, o último bastião da funcionalidade dentro de uma gestão que vive entre a promessa e a cortina de fumaça.

 

Luciano não é político. Não é marqueteiro. Não é aquele tipo de gestor que aparece na TV com colete de obra e capacete branco tirado da embalagem só para a foto. Ele é do tipo que acorda às 4 da manhã — não para discursar, mas para pegar no pesado com os garis. E não é figura de linguagem. Vai lá, toma café com os trabalhadores, ouve, orienta, e depois... trabalha. Isso mesmo: trabalha. Palavra em extinção nos corredores da atual Prefeitura.

 

Enquanto muitos fazem cara de projeto e corpo de férias, Luciano está no barro e nos bairros, no lixo, no canteiro e na rua. Porto Seguro, nos últimos 60 dias, começou a dar sinais de que ainda pode parecer uma cidade cuidada — não por mágica, mas porque alguém, de fato, resolveu fazer o que tem que ser feito.

 

QUE NÃO SEJA APENAS UM AMOR DE VERÃO 

 

Sim, há quem diga que o “milagre administrativo” recente tem muito a ver com o calendário eleitoral e com a súbita escalada do filho do prefeito como pré-candidato a deputado estadual. Pode até ser. O menino é gente boa e esforçado. Só é triste saber que a cidade só melhora quando a urna se aproxima. Um tipo de amor de verão administrativo: intenso, passageiro e, quase sempre, decepcionante quando passa o calor. Pelo menos  foi assim entre outubro do ano passado e outubro deste ano. Ou não? 

 

Mas Luciano Alves não depende de eleição. Depende de caráter, de fibra e de uma vocação rara para o serviço público de verdade — aquele que não precisa de holofote para acontecer.

 

Se a gestão atual tivesse metade do empenho que Luciano demonstra antes do sol nascer, Porto Seguro já teria dado um salto de décadas. Enquanto isso, seguimos aqui, torcendo para que pelo menos um homem continue carregando a cidade nas costas enquanto os outros fingem que governam.

PACOTE ANTICRIME? ENTÃO 	QUE  SE COMECE PELAS PREFEITURAS E CÂMARAS

PACOTE ANTICRIME? ENTÃO QUE SE COMECE PELAS PREFEITURAS E CÂMARAS

Noticias 23 de novembro de 2025

apocpote

O Brasil discute um novo pacote anticrime como quem anuncia mais um feriado prolongado — muito barulho, pouca utilidade. A verdade crua, direta e indigesta é simples: enquanto não colocarem prefeituras e câmaras de vereadores dentro do alvo, qualquer pacote anticrime é só fantasia legislativa.

 

Porque hoje, no Brasil real, boa parte do crime organizado não está na favela — está no gabinete. Está no plenário. Está no cargo comissionado que aparece do nada para operar invasão, grilagem, contrato suspeito e acordo com chefões do tráfico como se fosse atividade institucional.

 

As cidades viraram território livre para vereadores que negociam terra como traficante negocia ponto de droga. Secretários que operam invasões como se estivessem organizando eventos oficiais. Servidores que montam mini-ORCRIMs dentro da prefeitura para roubar terras alheias com a frieza de quem imprime boletos.

 

O FILHO DO VEREADOR

 

E o exemplo recente de Porto Seguro é perfeito: o filho de um vereador, que mantém contratos de máquinas pesadas  suspeitos com a prefeitura,  invadindo área particular e alegando que “obedeceu ordem de chefão”. No Brasil de hoje, isso nem choca mais — apenas confirma o óbvio: o crime já atravessou a porta da frente do poder público e sentou na cadeira.

 

Enquanto isso, Brasília finge que combate o crime mirando o criminoso pequeno e deixando solto o criminoso oficial, o criminoso de crachá, o criminoso que ganha salário do contribuinte para fingir que é autoridade.

 

Se o governo quer ser levado a sério, que inclua no pacote anticrime o que realmente importa: vereador invasor, secretário grileiro, assessor ladrão, prefeito cúmplice — todos tratados como o que são: criminosos.

 

Sem isso, o pacote anticrime será só mais uma piada — e de mau gosto.

 

Enquanto isso não acontecer, o pacote anticrime continuará sendo apenas isso: um pacote. E vazio.

QUANDO UM CABO E DOIS SOLDADOS VIRAM MAIS DE 27 ANOS DE CADEIA

QUANDO UM CABO E DOIS SOLDADOS VIRAM MAIS DE 27 ANOS DE CADEIA

Noticias 23 de novembro de 2025

abolsanaro

 

 

A prisão de Jair Bolsonaro não é exatamente uma surpresa nacional. Surpresa seria se ele tivesse conseguido terminar a carreira política sem tropeçar na própria língua — o órgão mais ativo, mais perigoso e mais mal utilizado de seu governo. No fim das contas, o peixe não foi fisgado pelo anzol do STF, mas pelo anzol que ele mesmo pendurou na boca.

 

A derrocada começou quando o clã Bolsonaro decidiu que atacar o Supremo era esporte olímpico. Bastava um filho mais falastrão anunciar que “um cabo e dois soldados” fechariam o STF para transformar Alexandre de Moraes no Bruce Willis institucional: duro de matar e com gosto especial por vingança jurídica. Dali em diante, estava decretado: Lula livre, Lava Jato enterrada, a roubalheira generalizada e o PT de volta — e Bolsonaro com o destino de quem cutuca onça com cotonete.

 

A FALTA DE VISÃO  E DE ESTRATÉGIA

 

Se tivesse ouvido qualquer caçador de verdade, saberia que a primeira regra da caça é ficar quieto  e se aproximar da caça em silêncio. Mas Bolsonaro governou como quem apresenta stand-up no boteco. Agrediu médicos, jornalistas, mulheres, negros, gays, artistas e uma infinidade de classes — e achou que com o STF seria igual. Descobriu da pior forma que, no jogo do poder, quem late muito não morde. E quem rosna para juiz costuma sair de coleira.

 

O “imbrochável” broxou, e feio. O homem que prometia enfrentar a Justiça está agora cumprindo decisão judicial, condenado a décadas de cadeia. Não por corrupção bilionária — isso é luxo para profissionais como Lula e sua quadrilha.  Bolsonaro caiu por incompetência pura: falou demais, pensou de menos e desafiou quem escreve as regras do jogo.

 

Seus filhos, ao que tudo indica os maiores cabos eleitorais do PT  que conheço,  seguem a mesma trilha, como herdeiros de um patrimônio político feito de bravata e burrice. Não é perseguição. É física: quem pula sem olhar cai.

 

QUE SIRVA DE ALERTA

 

A prisão do ex-presidente deveria servir como alerta: quem vota em bravateiro colhe tragédia; quem elege influenciador ganha improviso; quem troca seriedade por memes acaba governado por personagens que falam muito, entregam pouco e caem feito patos no primeiro laço.

 

Bolsonaro não caiu por crime de Estado. Caiu por crime de soberba. E soberba, ao contrário do que muitos acreditam, dá cadeia.

 

E que Deus tenha piedade de quem ainda acha que coragem se mede por decibéis.

   PARCERIA ENTRE A REGULARIZA BAHIA E O INSTITUTO CIDADE LEGAL LEVA REURB AO SERTÃO BAIANO

  PARCERIA ENTRE A REGULARIZA BAHIA E O INSTITUTO CIDADE LEGAL LEVA REURB AO SERTÃO BAIANO

Noticias 14 de novembro de 2025

 

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Uma importante parceria entre a empresa Regulariza Bahia, sediada em Porto Seguro, e o Instituto Cidade Legal (ICL), com sede em Montes Claros (MG) e atuação em todo o território nacional, tem impulsionado significativamente  o avanço da Regularização Fundiária Urbana (REURB) em diversos municípios do interior da Bahia, especialmente nas regiões do sertão baiano, tais como Brumado, Caetité,  Bom Jesus da Lapa, entre outros.

 

Entre as cidades beneficiadas, Brumado se destaca como o mais recente município a aderir à iniciativa. Embora os trabalhos já tenham sido iniciados há mais de 60 dias, no próximo dia 26 será realizada uma audiência pública na Câmara de Vereadores para o lançamento oficial do projeto de cooperação técnica entre a Prefeitura Municipal,  o Instituto Cidade Legal e a Regulariza Bahia — em uma ação que já conta com o apoio integral do prefeito Fabrício Abrantes e da Câmara Municipal de Vereadores.

 

COMPETÊNCIA COMPROVADA

 

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De acordo com o gestor municipal, a escolha pelas duas instituições foi pautada pela competência técnica comprovada e pela experiência consolidada de ambas  no setor.

 

 “Optamos pelo Instituto Cidade Legal e pela Regulariza Bahia diante dos números apresentados e da credibilidade das duas empresas. O ICL já contabiliza mais de  200 mil REURBs entregues em todo o Brasil, enquanto a Regulariza Bahia possui profundo conhecimento sobre o tema. Nossa expectativa é entregar ao menos 3 mil títulos de regularização por interesse social nos próximos meses, fomentando o progresso, o emprego e a renda em Brumado. Temos certeza de que estamos no caminho certo”, afirmou o prefeito.

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Por sua vez, o presidente do Instituto Cidade Legal, o advogado Ruan Victor Rodrigues, também celebrou o avanço da parceria  entre as duas empresas  na Bahia.

 

“Assim como temos feito em outros estados, nossa chegada à Bahia é fruto da capacidade técnica e do comprometimento da nossa equipe. Atuamos em todo o país por meio de diversas parcerias, e contar com a Regulariza Bahia  como nossa aliada e parceira  reforça ainda mais a confiança, a credibilidade e os resultados positivos que buscamos entregar à população e que é marca do ICL”, destacou o dirigente.

 

A ENTREGA DE RESULTADOS

 

Já o advogado e diretor da Regulariza Bahia, Olmiro Pautz, ressalta que a parceria entre as duas instituições tem proporcionado grande aprendizado e fortalecimento técnico.

 

“Nos sentimos ainda mais capacitados e seguros  com o apoio, a rapidez  e a técnica operacional e jurídica  que o ICL nos oferece. Apesar das dificuldades enfrentadas por algumas prefeituras e cartórios, e até mesmo das tentativas de restringir o mercado da regularização de imóveis  por parte de alguns profissionais, a REURB é um instrumento eficaz, simples e acessível para todos. Basta que o gestor público tenha realmente boa vontade e que escolha as empresas certas para executar o trabalho. Apenas promessas não bastam — definitivamente, é preciso entregar resultados. Estamos totalmente focados na nossa  parceria com ICL  e a nossa meta é entregar ao menos 30  mil regularizações no sertão baiano em até 180 dias no máximo, número que só é possível atingir com muito trabalho, estrutura  e técnica adequada”, concluiu Pautz.

 

A parceria entre a Regulariza Bahia e o Instituto Cidade Legal reafirma o compromisso com o desenvolvimento social e urbano da Bahia, promovendo cidadania e segurança jurídica para milhares de famílias que sonham com o título definitivo de seus imóveis.

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