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TRIO PARADA DURA: A CORRIDA CONTRA O RELÓGIO DE JÂNIO NATAL - Quando o espírito público só desperta com cheiro de cassação no ar

TRIO PARADA DURA: A CORRIDA CONTRA O RELÓGIO DE JÂNIO NATAL - Quando o espírito público só desperta com cheiro de cassação no ar

Noticias 17 de setembro de 2025

 

 

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Porto Seguro com certeza  nunca viu nada igual. Depois de quase 5  anos de gestão em ritmo de tartaruga sonolenta, o prefeito Jânio Natal resolveu colocar o pé no acelerador. E não é pouco.

 

De uma hora pra outra, pontes paralisadas há mais de ano surgem do papel, ruas ganham maquiagem nova, anel viário aparece como prioridade, e o prefeito...

 

bom, o prefeito virou uma máquina de assinar ordem de serviço. Tudo isso justo agora, com o Supremo Tribunal Federal prestes a julgar (possivelmente, veja bem, possivelmente) a manutenção do seu mandato.

 

Coincidência? Só se você também acredita que político trabalha melhor sob pressão porque “ama o povo”.

 

A cena é tão surreal que parece saída de um roteiro de comédia política: Jânio colado dia e noite no seu vice, Paulinho Toa Toa — que mais parece boneco de ventríloquo do que gestor — e, de quebra, a primeira-dama, que após décadas de invisibilidade pública agora virou musa fitness, ciclista e presença obrigatória em qualquer evento, por mais irrelevante que seja. Parece piada pronta. Mas é só Porto Seguro sendo Porto Seguro.

 

 

O QUE DE FATO ESTARIA EM JOGO?

 

 

Não se trata apenas do cargo. Há muito mais por trás da súbita e inesperada  energia do prefeito. Quem conhece os bastidores sabe que a matemática do poder não se faz com menos ou divisão — a calculadora preferida por certas gestões só trabalha com soma e multiplicação. Principalmente quando o assunto é movimentação de verbas, remanejamentos relâmpago e aquelas mágicas contábeis que transformam despesa sem lastro em obra “justificada”.

 

Durante cinco anos, segundo dizem por aí (e apenas dizem, fique claro), Jânio operou com 100% de liberdade orçamentária, amparado por uma base legislativa que vota tudo — desde que venha acompanhado de afeto financeiro. E a fiscalização? Bem, essa virou artigo de colecionador. O TCM e o Ministério Público estiveram, aparentemente, em retiro espiritual.

 

Mas há um porém: se o prefeito cair antes de fechar o segundo mandato, o castelo contábil pode ruir. E aí o buraco não é apenas fiscal. É penal.

 

A conta bate na porta — e, com ela, a necessidade urgente de “gerar papel”, movimentar recursos e construir uma narrativa contábil que possa proteger não apenas o nome, mas quem sabe a liberdade.

 

 

O VICE COMO SEGURO DE VIDA

 

 

É nesse momento que o vice se torna figura central. Afinal, Jânio não é tão burro como foi Ubaldino e que, guloso e metido a esperto demais, foi brigar justamente  com o seu vice, que - dizem - queria apenas um simples  apartamento em Vitória. Deu no que deu. Não querer dividir o pão ou apenas uma beirada do dia a dia acaba assim.   

 

Isso tudo porque, quando a cassação ronda, a fidelidade do sucessor é mais valiosa que qualquer maioria na Câmara.

 

Se o vice resolver abrir a caixa-preta, mostrar contratos, questionar decisões, o que certamente Paulinho nunca fará, até mesmo  porque fez parte direta na adminsitração ... o enredo muda completamente.

 

Por isso, é melhor andar grudado, sorrindo para fotos e garantindo que tudo continuará como está — mesmo sem o maestro na batuta.

 

E enquanto tudo isso acontece, Porto Seguro sorri. Vai às festas. Lê os releases da prefeitura como se fossem notas de esperança. A cidade finge que não vê, e quem vê finge que não se importa. O espetáculo continua.

 

 

Afinal, como diria um velho ditado político: "quem sobrevive não é o honesto nem o corrupto — é o que sabe esconder melhor o rastro".

O ÓDIO COMO ÚNICO PROGRAMA DE GOVERNO

O ÓDIO COMO ÚNICO PROGRAMA DE GOVERNO

Noticias 15 de setembro de 2025

AGUERA

 

O Brasil, hoje, virou uma espécie de reality show onde ninguém ganha, mas todo mundo perde a compostura. A extrema direita grita “comunismo!” ao ver um pé de alface plantado com verba pública, enquanto a esquerda surta com qualquer um que ouse duvidar que Lula seja a reencarnação de São Francisco de Assis com diploma do MIT. Resultado? Um país afundado em ressentimento, histeria e uma saudável dose de idiotia coletiva.

 

A moda agora é o discurso do ódio — não aquele que vem com fuzil, mas o que vem com verbo afiado, tweet malicioso e fake news temperada com indignação moral de plástico. O ódio, vejam só, virou programa de governo. Virou linha editorial. Virou filosofia de vida. Não se trata mais de debater ideias. Isso é coisa de quem ainda tem neurônio funcionando. Agora o esporte é destruir quem pensa diferente — ou, pior, quem não pensa como o seu lado gostaria que você pensasse.

 

CAÇA ÀS BRUXAS 

 

A esquerda, com seu eterno complexo de superioridade moral, resolveu que está na hora de passar o país a limpo. Pena que o sabão usado cheira mais a vingança do que a justiça. Caça às bruxas, tribunais de exceção da internet, patrulhamento ideológico e uma ânsia quase orgásmica de calar o outro. É a turma do “amor venceu”, mas com o porrete da censura na mão.

 

Do outro lado, o bolsonarismo, que transformou a ignorância em virtude e a grosseria em argumento. Lula, para essa gente, não é um presidente — é o anticristo de sandália. Bolsonaro, mesmo inelegível e condenado, virou mártir, herói, messias... tudo, menos o que realmente é: um falastrão incorrigível, com mais processos do que ideias.

 

Famílias se desfazem, amizades viram pó, e cada conversa vira uma trincheira. Um amigo vira inimigo por um comentário em tom errado. Uma irmã te olha torto porque você não repetiu a ladainha anti-PT do grupo da família. O país virou um grande campo de batalha onde só existe uma regra: quem não está conosco, está morto. Politicamente, claro (ainda).

 

EXPERIÊNCIA PRÓPRIA 

 

Eu mesmo, outro dia, ousei dizer que Bolsonaro provavelmente será preso. Foi o suficiente para receber um olhar que, em tempos antigos, só se dava a traidores da pátria. E não pense que os “progressistas” são melhores. Se você não bater palmas para cada discurso do Lula como se fosse o evangelho segundo o Apedeuta, você automaticamente vira um fascista.

 

E a mídia? Ah, a mídia... virou um teatro de horrores, com jornalistas travestidos de inquisidores e comentaristas que mais parecem coachs de revolta. De um lado, a Jovem Pan vendendo delírios patrióticos com gosto de WhatsApp. Do outro, a GloboNews recitando editoriais com tom de salvação nacional, como se os jornalistas tivessem recebido tablets de pedra diretamente do Monte Supremo.

 

No meio disso tudo, o Brasil? Ah, o Brasil que se exploda. Porque o importante mesmo, em 2025, é odiar. Odiar com convicção. Odiar com hashtag. Odiar com análise política de 15 segundos no TikTok. O país virou refém de um povo que prefere destruir a escutar. Que prefere lacrar a dialogar.

 

 

 

E que, ao final do dia, continua com os mesmos problemas — só que agora sem amigos, sem família e sem nenhuma vergonha de ter trocado o cérebro pelo algoritmo da próxima indignação.

NEM PETISTA, NEM BOLSONARISTA. SOU TARCÍSIO DE FREITAS DESDE CRIANCINHA

NEM PETISTA, NEM BOLSONARISTA. SOU TARCÍSIO DE FREITAS DESDE CRIANCINHA

Noticias 14 de setembro de 2025

ABOLSA

 

Antes que venham me chamar de petista, já aviso de antemão: poupem a saliva. Não sou, nunca fui e Deus me livre de ser. Tenho até uma irmã   que acha que sou, mas prefiro ser acusado de roubar galinha do que carregar esse carimbo. Petista, no Brasil de hoje, virou sinônimo de gente que acha que justiça é um prato que só pode ser servido frio contra os outros.

 

Agora, dito isso, também não estou aqui para defender Jair Messias Bolsonaro, o tosco-mor da República. Achei justa sua condenação — não pelo que ele fez, mas pelo que ele falou. O homem não precisava de inimigos, tinha a própria boca como pior adversário. Fez questão de colecionar desafetos como quem coleciona figurinhas da Copa.

 

A tal “trama golpista”? Uma reunião de militares em farda cheirando a naftalina, especulando planos que nunca saíram da mesa. Conversa de quartel. Fantasia de poder. Nada que qualquer um, com a vaidade inflada por metade do país gritando “mito”, não tivesse cogitado. Mas daí a se falar em golpe consumado vai uma distância maior que da Papuda até Miami.

 

O PROBLEMA SEMPRE FOI ELE MESMO

 

O problema de Bolsonaro nunca foi golpe. Foi ele mesmo. O show diário no cercadinho do Alvorada era uma usina de vergonha alheia: zombava de índio, negro, gay, jornalista, ministro do STF, doente de Covid — quem respirasse fora do compasso dele, levava bordoada. E como se não bastasse, ainda achou que valia a pena soltar os filhos para brincar de estadistaS. Vereador de quinta querendo dar pitaco em defesa nacional. Filho youtuber se achando chanceler. E o povo que aguentasse a bagunça de família.

 

Nesse ponto, Lula ao menos tem mérito: os filhos enriqueceram, mas nunca tiveram a cara de pau de querer se passar por ministros ou generais. Ficaram na deles. Já Bolsonaro fez de Brasília um puxadinho e a  extensão da sua sala de estar.

VÍTIMA DE SI MESMO

 

E aí está: colhendo o que plantou. Não foi condenado por golpe, mas por arrogância. Não caiu por crime, caiu por falatório. No fundo, virou vítima de si mesmo.

 

Mas, claro, o PT não ia perder a chance de transformar isso em revanche histórica. Lula foi preso porque havia delação, planilha, mala de dinheiro. Bolsonaro foi condenado porque falou mais do que devia. Não são casos iguais — mas, para os petistas, vale como vingança. A narrativa é simples: Lula, injustiçado; Bolsonaro, finalmente pagando. E quem ousa discordar vira inimigo da pátria.

 

O STF E SUA MORALIDADE DE BOUTIQUE

 

Enquanto isso, o STF desfila sua moralidade de boutique. Relógio Rolex de meio milhão no pulso, gravata de 50 mil no pescoço e patrimônio que faria inveja a banqueiro suíço. E ainda querem que o povo acredite que ali só se decide na base da toga e do Código Penal.

 

Todos sabem que não: bastidores, telefonemas, arranjos — tudo faz parte do cardápio. Vide a novela do prefeito Jânio Natal, que continua firme no cargo, protegido por decisões que custam mais caro do que Rolex em vitrine.

 

E eu, aqui aos 65 anos, assisto a  tudo de camarote. Não sou Lula. Não sou Bolsonaro. Estou pouco me lixando para os dois ou para qualquer outro político. Um já foi o presidiário mais famoso do país, o outro agora é o condenado mais tosco da nossa história recente. O Brasil segue sendo governado por abutres de paletó e toga.

 

ÚLTIMA E ÚNICA ESPERANÇA 

 

Minha única esperança é Tarcísio de Freitas. Parece sério, ponderado, inteligente. Não tem Rolex, não tem cercadinho, não tem filho metido a ministro. Fora ele, só vejo escombros. E aí, caro leitor, é rezar para que o pouco juízo que resta nesse país não seja levado também pelo próximo paredão de som da política nacional.

SALVE-SE QUEM PUDER! PRESERVAÇÃO AMBIENTAL? SÓ MESMO NO DISCURSO. NA VIDA REAL, É PAREDÃO DE SOM NA CARA DOS MORADORES

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Noticias 14 de setembro de 2025

 

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No outrora, aprazível  e tranquilo Residencial Marina Buranhém, localizado no Campinho, em Porto Seguro, a vida de centenas de moradores foi, mais uma vez, virada do avesso na madrugada deste domingo, 14 de setembro. A razão? O mesmo paredão de som criminoso que, noite após noite, volta e meia transforma um bairro residencial em campo de tortura.

 

O que se ouviu na noite passada, como sempre,  não foi música: foi um atentado sonoro. Funk de quinta exaltando o crime, sertanejo brega, batidão e ruídos ensurdecedores que atravessaram a madrugada e esmagaram o direito básico ao descanso. Só alguém sem um mínimo de respeito pela sociedade seria capaz de promover tamanha agressão.

 

CADÊ A PREFEITURA?

 

E onde está a Prefeitura? Onde está a Secretaria de Meio Ambiente? Pra variar, escondidas. Silenciosas. Fingindo que não é com elas.

 

A mesma gestão que corre para meter a mão no bolso e arrancar do turista a famigerada e intragável  “Taxa de Preservação Ambiental” não move um dedo sequer para preservar o bem-estar do próprio povo.

 

 

É a hipocrisia oficial em seu estado mais puro: discurso verde para inglês ver, enquanto o cidadão local é tratado como lixo descartável.

 

O secretário Jânio Júnior, vendido como uma grande e boa promessa da política local, prefere cruzar os braços. Pergunta-se: é assim que pretende construir carreira? É esse o modelo de “renovação” que se oferece a Porto Seguro? Uma administração que permite que idosos, crianças e doentes sejam massacrados por decibéis ilegais?

 

Mas se a Prefeitura acha que vai continuar empurrando com a barriga, está enganada.

 

O Marina Buranhém não é boate. Não é cabaré. Não é praça de show. É lar de dezenas de famílias, que não vão mais aceitar ser transformadas em vítimas de uma agressão sonora que a lei, em tese, já proíbe.

 

Porto Seguro não precisa de mais discursos baratos e enganosos. Precisa de ação. E precisa já. Se a Prefeitura se omite, espera-se que ao menos o MP faça a sua parte.

SEJA AMIGO DO PREFEITO, COLOQUE UMA ZONA AZUL E FIQUE MILIONÁRIO PELO RESTO DA VIDA

SEJA AMIGO DO PREFEITO, COLOQUE UMA ZONA AZUL E FIQUE MILIONÁRIO PELO RESTO DA VIDA

Noticias 13 de setembro de 2025

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Não é preciso ser nenhum Pitágoras, tampouco um discípulo iluminado de Arquimedes, para entender o milagre matemático que está acontecendo em Porto Seguro. O nome da fórmula mágica? Zona Azul. O autor da façanha? Ele mesmo, o infalível, imaculado e, claro, multiempreendedor prefeito Jânio Natal, acompanhado fielmente por seu escudeiro e aspirante ao trono Paulinho Toa Toa, nome de super-herói de gibi municipal.

 

A narrativa é simples: o prefeito que, em 2021, posava de redentor e mandava a famigerada Zona Azul para o exílio eterno, agora volta com ela nos ombros, sorrindo para os flashes e alegando que atende a "pedidos da sociedade". Só faltou dizer que foi o Papa quem sugeriu. A verdade, porém, é mais terrena – e milionária.

 

A tarifa que era de R$ 2,00 em 2021, com inflação de 35% no período, agora custa R$ 3,50. Isso mesmo, um aumento de 150%, porque, afinal, Porto Seguro virou Mônaco da noite pro dia e estacionar por aqui deve ser considerado um privilégio digno de tributo real.

CADÊ O MINISTÉRIO PÚBLICO?

 

E cadê os descontos para os moradores e para  quem fica mais de duas horas? Sumiram. Cadê a transparência dos lucros? Desapareceu. Cadê o Ministério Público? Boa pergunta. Na época da ex-prefeita Cláudia Oliveira, qualquer desvio de 1 milímetro da cartilha oficial gerava uma romaria para o gabinete da promotora Lair Azevedo. Já com Jânio, o prefeito à prova de escândalos (ou de investigações), o MP parece estar num retiro espiritual. Nada vê, nada ouve, nada pergunta.

 

E olha que estamos falando do mesmo Jânio Natal que já foi condenado à prisão por fraude em licitação de combustíveis e só não sentiu o peso da lei porque, vejam só, o processo prescreveu no conforto de algum gabinete amigo no STF.

 

Agora, ele volta com tudo, mirando o topo da pirâmide financeira da Zona Azul, prestes a ser cassado – mas não sem antes tentar deixar seu fiel vice, Paulinho Toa Toa, confortavelmente instalado no trono municipal. Afinal, os contratos milionários não vão se assinar sozinhos, né?

MELHOR QUE A MEGA-SENA

 

Vamos aos números. Quer saber como enriquecer da noite pro dia? Esqueça a Mega-Sena. Seja sócio da Zona Azul de Porto Seguro. Pegue aí umas 4.000 vagas no centro da cidade, com cobrança de R$ 3,50 por hora. Resultado? R$ 14.000,00 por hora. Multiplica por 10 horas de funcionamento diário: R$ 140.000,00 por dia. Em um mês, são R$ 4,2 milhões.

 

Agora some o Baianão, Arraial, Trancoso, período noturno, alta temporada… Pronto: temos aí um faturamento mensal realista de R$ 6 a 7 milhões, sem muito esforço. Isso, claro, sem falar na famigerada Taxa de Preservação Ambiental ou na indústria das multas.

 

E quanto disso vai para os cofres públicos? Dizem que 16% do lucro. Mas quem fiscaliza? Ninguém. E quanto custa operar o sistema? Meia dúzia de tablets, alguns coletes, um app meia-boca e dois estagiários. Se gastarem R$ 1 milhão para montar isso tudo, é muito. Ou seja, um lucro líquido de mais de R$ 4 milhões por mês, livre, leve e solto para "reinvestir" sabe-se lá onde.  Seria naquele condomínio de mansões de Guarajuba ou em mais algum conjunto de lojas nos melhores shoppings de Salvador? Só Deus sabe. E talvez o prefeito. E talvez o secretário de finanças. E, com alguma sorte, o Paulinho Toa Toa, nosso prefeito honorário em treinamento.

 

O CIDADÃO PAGA A FARRA

 

E aí, cidadão, o que você ganha com isso? A conta. Quem paga a farra é você. Literalmente. Estacionar virou luxo. O direito de ir e vir agora custa R$ 3,50 por hora.

 

O asfalto continua esburacado, os bairros largados, a saúde pública respirando por aparelhos. Mas o caixa da empresa da Zona Azul está rindo à toa. Tão rindo mais que o papagaio de pirata  Toa Toa.

 

Portanto, fica o conselho: seja amigo do prefeito. Invista em Zona Azul. É retorno certo e garantido, fiscal nulo e lucro milionário. E não se preocupe com a eleição: se tudo der errado, sempre dá para colocar o vice. Afinal, o importante não é cuidar da cidade – é manter os contratos no cabresto.

  1. JÂNIO NATAL  NÃO DÁ PONTO SEM NÓ. MAS AO MENOS DESTA VEZ MERECE UM PARABÉNS (COM RESSALVAS)
  2. O JUSTICEIRO DA DEMOCRACIA
  3. PIOR DO QUE ESTÁ CERTAMENTE NÃO PODE FICAR
  4. CRÔNICA DE UMA CASSAÇÃO JÁ ANUNCIADA E A FRANCA CAMPANHA ELEITORAL DE JÂNIO EM FAVOR DE PAULINHO TOA TOA

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